Confidências
Eu se fosse acusado de um crime do qual estivesse inocente, perante a perspectiva de ter que aguardar na prisão alguns anos pelo julgamento e tendo a possibilidade de fugir para o Brasil, fugiria.
Qualquer bocadinho acrescenta, disse o rato, e mijou no mar.
"Não é da bondade do homem do talho, do cervejeiro ou do padeiro que podemos esperar o nosso jantar, mas da consideração em que eles têm o seu próprio interesse. Apelamos, não para a sua humanidade, mas para o seu egoísmo, e nunca lhes falamos das nossas necessidades, mas das suas vantagens"
Adam Smith (1776), Riqueza das Nações
5 boas festas:
A prisão preventiva tem prazos; até que o ministério público (uma vez que falamos de crime)possa formar uma acusação (sólida) que justifique um julgamento, e duvido que esse prazo sejam "alguns anos". Por outro lado, seria muito difícil obter provas que sustentassem uma acusação vália para julgamento, se fosses mesmo inocente e não tivesses mesmo nada a ver com o tal crime, assim ficarias em liberdade, mesmo que a esperar julgamento (provas circunstanciais)...
Mas agora lembrei-me do caso "casa pia"... Bem, também tiraria a minha cabeça da guilhotina.
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H.CPA, at quinta-feira, setembro 22, 2005 12:44:00 da manhã
"do qual estivesse inocente" !
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Anónimo, at quinta-feira, setembro 22, 2005 9:39:00 da manhã
O caso é pura ficção. Qualquer relação com a realidade é pura ficção.
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CGP, at quinta-feira, setembro 22, 2005 11:02:00 da manhã
Isso não é nada original...Maria José Nogueira Pinto disse o mesmo à Rádio Renascença, há dois anos, continuou em funções na Santa Casa da Misericórdia (que é uma instituição que movimenta uns "dinheiritos") e agora á candidata a presidente da câmara de Lisboa. "Senhoras" com vontade de fugir à justiça temos muitas.
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maria da fonte, at quinta-feira, setembro 22, 2005 5:49:00 da tarde
ahahahahah... muito boa
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CGP, at quinta-feira, setembro 22, 2005 6:02:00 da tarde
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