Licenciosidades

Qualquer bocadinho acrescenta, disse o rato, e mijou no mar.

"Não é da bondade do homem do talho, do cervejeiro ou do padeiro que podemos esperar o nosso jantar, mas da consideração em que eles têm o seu próprio interesse. Apelamos, não para a sua humanidade, mas para o seu egoísmo, e nunca lhes falamos das nossas necessidades, mas das suas vantagens"

Adam Smith (1776), Riqueza das Nações

terça-feira, setembro 20, 2005

Lições da História

Alvalade, 14 de Maio de 1994- O sporting corria para o título de campeão nacional 12 anos depois do último. Contava com jogadores como Balakov, Figo ou Paulo Sousa e naquela tarde defrontava o Benfica no jogo do título. Tinha passado meia hora, o Benfica estava sem fio de jogo segundo os comentadores, João Pinto tinha tocado duas ou três vezes na bola, o Sporting ganhava 1-0 e ia ameaçando o segundo golo. Das bancadas a Juve Leo gritava campeões e começam a atirar foquetes para dentro do campo. Gabriel Alves, com toda a sua sabedoria, premonitoriamente, diz que se estão a atirar foguetes antes da festa. O resto da história não preciso de contar. Mas como me dá gosto vou contá-la na mesma: o Benfica ganhou 6-3 com quatro golos de João Pinto, o Benfica sagrar-se-ia campeão e o Sporting, com uma marcha final desastrosa, acabou por cair para terceiro e adiar o título de campeão por 6 anos.

Moral da história: não falo mais da futura vitória de Cavaco.

5 boas festas:

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