Licenciosidades

Qualquer bocadinho acrescenta, disse o rato, e mijou no mar.

"Não é da bondade do homem do talho, do cervejeiro ou do padeiro que podemos esperar o nosso jantar, mas da consideração em que eles têm o seu próprio interesse. Apelamos, não para a sua humanidade, mas para o seu egoísmo, e nunca lhes falamos das nossas necessidades, mas das suas vantagens"

Adam Smith (1776), Riqueza das Nações

domingo, novembro 27, 2005

A lêr

Uma feminista daquelas que não foi violada aos 7 anos por um familiar, que não foi assediada por todos os patrões que teve, que não teve só namorados que a trocavam pelo Benfica e que não acabou a viver sozinha com depressões periódicas a sonhar que fode.

2 boas festas:

  • Hoje em dia, detecto uma certa estética literária: a do verbo foder. Sobretudo usado por mulheres que de repente se sentem literariamente nautorizadas. Ou de forma geral autorizadas. Também é vulgar encontrar pessoa que dizem que não fazem amor, porque o amor não existe, portanto, fodem. Tudo é foder.Eu sinceramente, acho que há foder e fazer amor. E acho que muitas vezes se começa a foder e acaba a fazer amor e vice-versa. Não penso que se deva ter alguns escrúpulos quanto ao uso da palavra, foda-se a torto e a direito. Mas as coisas devem contextualizar-se, e o que é demais enjoa. Pela minha parte, afirmo publicamente, a quem possa interessar, que, para ser fodida, mais vale estar quieta e ficar a ver o Preço Certo em Euros.

    By Blogger Isabela, at segunda-feira, novembro 28, 2005 2:13:00 da tarde  

  • São gostos isabela são gostos!

    By Blogger Susana I, at quarta-feira, novembro 30, 2005 8:45:00 da manhã  

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