Licenciosidades

Qualquer bocadinho acrescenta, disse o rato, e mijou no mar.

"Não é da bondade do homem do talho, do cervejeiro ou do padeiro que podemos esperar o nosso jantar, mas da consideração em que eles têm o seu próprio interesse. Apelamos, não para a sua humanidade, mas para o seu egoísmo, e nunca lhes falamos das nossas necessidades, mas das suas vantagens"

Adam Smith (1776), Riqueza das Nações

terça-feira, junho 20, 2006

A fraude da avaliação externa

Lê-se no Público (pp.18-19) de ontem (19 de Junho): "Muitos alunos têm positiva a português sem terem lido uma única obra das exigidas". Subtítulo da reportagem: "a arte de decorar".

1. Estamos a falar de exames nacionais. Algum dos arautos da avaliação externa quer comentar esta fraude, que, supostamente, seria remédio santo para os males desta outra?E responder a esta perguntinha: que credibilidade merecem os rankings das escolas depois de se conhecer esta reportagem?

2. Sobre a memorização, diz Feytor Pinto: "não é nada verdade, ao contrário do que por vezes se diz, que o sistema educativo tenha rejeitado a memorização. Há alunos que chegam a decorar textos completos". Nuno Crato pode, portanto, descansar. Quando se trata de memorizar, os nossos estudantes são "workaholics". O sistema educativo encarrega-se disso, premiando os pequenos Funes, que tanto esforço puseram na assimilação escrupulosa das notas de rodapé do resumo do professor. Professor, obviamente, preocupado com a sua imagem e com a imagem da escola depois da publicação do ranking...

3. Dá jeito. Com exames destes, o professor-avaliador utiliza a grelha (das sugestões muito sugestivas de correcção do ME), as respostas devem sempre e convenientemente ser as mesmas e a avaliação é muito, muito rigorosa. Está tudo quantificado, que dúvidas pode haver? Não há "cá" discrepâncias, não há o "achar que o aluno B é mais criativo e original que o aluno A". Não é disso que a literatura, a filosofia ou as ciências tratam. Que é isso de um aluno querer ser criativo ou, simplesmente, inteligente? Se a resposta não está na grelha, é disparate.

4. Feytor Pinto quer exames com perguntas que os alunos não consigam antecipar. Do que se lembrou o homem! As notas dos alunos irão pela ribanceira e a ministra fará, junto da temível OCDE, pior figura do que já faz; os professores terão dificuldades em justificar "matematicamente" as notas e os pais entupirão o sistema com recursos. Os rankings serão significativamente diferentes, o que porá a nu a fraude, e o JMF, grande defensor da justiça dos resultados dos mesmos, deitará as mãos à cabeça antes de se transformar num VPV ex-maoísta.

5. Ok, descansemos um pouco. Por momentos, antevi o Inferno do eduquês e do contra-eduquês, dos 8 ou 80 das modices pedagógicas, dos pedagogos-pombas e dos pedagogos-falcões. Cuidando agora de afastar cenários apocalípticos, quero crer que ambos querem responder a esta reportagem do Público. Eles costumam ter resposta para tudo.

Nota: Também passei por isto nos exames nacionais de filosofia e de português A. Li as obras, pensei pela minha cabeça e fundamentei com argumentos próprios as minhas teses. Tive 15 valores nas duas disciplinas (depois do recurso: 16 valores, igualmente nas duas). Muitos limitaram-se a ler e decorar os resumos da explicadora. Os Funes tiveram 18 valores. Hoje, são grandes críticos literários e filósofos. Ilustres desconhecidos, mas indubitavelmente ilustres. Em parte, por mérito da rigorosa, quase matemática, avaliação externa de competências, em grande medida, qualitativas.
À primeira caem todos, à segunda só cai quem quer. Também eu me rendi às sebentas de alunos de anos passados em detrimento de livros complicados. E acredito que sou um homem novo, menos desmemoriado. Mais Funes, menos Borges.

16 boas festas:

  • ESTES são os tempos que tentam almas dos homens. O soldado do verão e o patriot da luz do sol , nesta crise, shrink do serviço de seu país; mas esse carrinhos por ele agora, merece o amor e os agradecimentos do homem e da mulher. O tyranny, como o inferno, não é conquistado fàcilmente; contudo nós temos este consolation com nós, aquele mais duro o conflito, mais glorious o triunfo. O que nós obtemos demasiado barato, nós esteem demasiado levemente: é o dearness somente que dá a cada coisa seu valor. O heaven sabe pôr um preço apropriado em cima de seus bens; e seria estranho certamente se assim celestial um artigo como a LIBERDADE não deve ser altamente rated. Grâ Bretanha, com um exército para reforçar seu tyranny, declarou que tem uma direita (PARA TAX não somente) mas "LIGAR-NOS em TODA ENCAIXOTA QUALQUER" e se sendo limitado nessa maneira, não é slavery, a seguir não está lá uma coisa como o slavery em cima da terra. Mesmo a expressão é impious; para assim ilimitado um poder pode pertencer somente ao deus. Se a independência do continente estêve declarada demasiado logo, ou demasiado longo atrasado, eu não participarei agora como em um argumento; minha própria opinião simples é, isso teve-o estado oito meses mais adiantada, ele seria muito mais melhor. Nós não fizemos um uso apropriado do último inverno, nenhum poderíamos nós, quando nós estávamos em um estado dependente. Entretanto, a falha, se fosse uma, era toda a nossos próprios [ NOTA ]; nós não temos nenhuns responsabilizar mas ourselves. Mas nenhum negócio grande é perdido ainda. Tudo que Howe tem feito para este mês após, é rather um ravage do que um conquest, que o espírito dos jerseys, um ano há, repulsaria rapidamente, e que cronometram e uma definição pequena recuperará logo. Eu tenho como pouco superstition em mim como toda a vida do homem, mas minha opinião secreta foi sempre, e é ainda, que o almighty do deus não dará acima um pessoa à destruição militar, ou deixa-o unsupportedly para perish, que procurou assim sèria e assim repetidamente evitar os calamities da guerra, por cada método decent que a sabedoria poderia inventar. Nenhuns têm I assim muito do infidel em mim, a respeito de suponha que abandonou o governo do mundo, e nos deu até o cuidado dos diabos; e porque eu não , eu não posso ver em que terras o rei de Grâ Bretanha pode olhar até o heaven para a ajuda de encontro a nós: um murderer comum, um highwayman, ou um casa-disjuntor, têm tão bom um pretence quanto ele. ' Tis que surpreende ver como ràpidamente um pânico funcionará às vezes através de um país. Todas as nações e idades foram sujeitas a eles. Grâ Bretanha tremeu como um ague no relatório de uma frota francesa de barcos flat-bottomed; e no décimo quarto [ décimo quinto ] século o exército inglês do todo, após ravaging o reino de France, foi dirigido para trás como os homens petrified com medo; e esta façanha brava foi executada por algumas forças quebradas coletadas e dirigidas por uma mulher, Joan do arco. que o heaven pôde inspirar alguma empregada doméstica de Jersey ao espírito acima de seus compatriotas, e excepto seus sufferers justos do companheiro do ravage e do ravishment! Contudo apavora-se, em alguns casos, têm seus usos; produzem tanto bom quanto ferem. Sua duração é sempre curta; a mente cresce logo através deles, e adquire um hábito mais firme do que antes. Mas sua vantagem peculiar é, isso são os touchstones do sincerity e do hypocrisy, e trazem coisas e homens à luz, que pôde de outra maneira se ter encontrado para sempre undiscovered. No fato, têm o mesmo efeito nos traitors secretos, que um apparition imaginário teria em cima de um murderer confidencial. Sift para fora dos pensamentos escondidos do homem, e prendem-nos acima no público ao mundo. Muito um tory disfarçado tem mostrado ultimamente sua cabeça, aquela deve solemnize penitentially com curses o dia em que Howe chegou em cima do Delaware. Porque eu era com as tropas em lee do fort, e marchado com eles à borda de Pensilvânia, eu sou familiarizado bem com muitas circunstâncias, de que aqueles que vivo em uma distância conheça mas pouco ou nada. Nossa situação lá era exceedingly cramped, o lugar que é uma garganta estreita da terra entre o rio norte e o Hackensack. Nossa força era inconsiderable, sendo não um quarto assim que grande porque Howe poderia trazer de encontro a nós. Nós não tivemos nenhum exército na mão para ter aliviado o garrison, tivemos-nos fechamo-nos acima e estivemo-nos em nossa defesa. Nossa munição, artilharia clara, e a mais melhor parte de nossas lojas, tinham sido removidas, no apprehension que Howe se esforçaria para penetrar os jerseys, em que os lee do fort do caso poderiam ser de nenhum uso a nós; para ele deve ocorrer a cada homem pensar, se no exército ou não, que este o tipo de forts do campo é somente para finalidades provisórias, e último use dentro não mais por muito tempo do que o inimigo dirige sua força de encontro ao objeto particular que tais forts são levantados para defender. Tal era nossas situação e condição em lee do fort na manhã do 20o novembro, quando um oficial chegou com informação de que o inimigo com 200 barcos tinha aterrado aproximadamente sete milhas acima; O verde geral principal [ de Nathaniel ], que comandou o garrison, requisitou-os imediatamente sob os braços, e emitiu-o expresso ao general Washington na cidade de Hackensack, distante pela maneira da balsa = seis milhas. Nosso primeiro objeto era fixar a ponte sobre o Hackensack, que colocou acima do rio entre o inimigo e nós, aproximadamente seis milhas de nós, e três deles. O general Washington chegou em aproximadamente três quartos de uma hora, e marchou na cabeça das tropas para a ponte, que me colocam esperaram que nós devemos ter uma escova para; entretanto, não escolheram disputá-la com nós, e a parte a mais grande de nossas tropas foi sobre a ponte, o descanso sobre a balsa, exceto algum que passaram em um moinho em um creek pequeno, entre a ponte e a balsa, e fêz sua maneira através de algumas terras marshy até a cidade de Hackensack, e passou o rio. Nós trouxemos fora de tanta bagagem como os vagões poderiam conter, o descanso fomos perdidos. O objeto simples era trazer fora do garrison, e marcha eles sobre até que poderiam strengthened pela milícia de Jersey ou de Pensilvânia, para para ser permitido de fazer um carrinho. Nós staid quatro dias em Newark, coletado nossos out-posts com a alguma da milícia de Jersey, e marchado para fora duas vezes para encontrar-se com o inimigo, em ser informed que avançavam, embora nossos números eram extremamente inferior a dele. Howe, em minha opinião pequena, cometeu um erro grande no generalship em não jogar um corpo das forças fora do console de Staten com Amboy, por que os meios ele puderam ter apreendido todas nossas lojas em Brunsvique, e ter interceptado nosso março em Pensilvânia; mas se nós acreditarmos o poder do inferno ser limitado, nós devemos do mesmo modo acreditar que seus agentes estão sob algum controle providential. Eu não tentarei agora dar todos os detalhes de nosso recuo ao Delaware; baste-o para o presente dizer, esse oficiais e homens, embora harassed extremamente e desgastado, freqüentemente sem descanso, covering, ou provisão, as conseqüências inevitáveis de um recuo longo, o fure com um espírito manly e martial. Todos seus desejos se centraram em um, que era, a que o país giraria para fora e ajudaria lhe dirigir para trás o inimigo. Voltaire observou que o rei William nunca apareceu à vantagem cheia mas nas dificuldades e na ação; a mesma observação pode ser feita no general Washington, porque o caráter cabe-o. Há um firmness natural em algumas mentes que não podem ser destravadas pelos trifles, mas que, quando destravado, descobre um armário do fortitude; e eu conto-o entre aqueles tipo dos blessings públicos, que nós não vemos imediatamente, que o hath do deus blessed o com saúde uninterrupted, e dado lhe uma mente que possa mesmo florescer em cima do cuidado. Eu conclirei este papel com algumas observações variadas no estado de nossos casos; e deve começar com pedir o seguinte questiona, por que é que o inimigo deixou as províncias de Nova Inglaterra, e fêz a estes o médios o assento da guerra? A resposta é fácil: Nova Inglaterra não infested com os tories, e nós somos. Eu fui macio em levantar o grito de encontro a estes homens, e em argumentos numberless usados para mostrar-lhes seu perigo, mas não fará para sacrificar um mundo a seu folly ou a seu baseness. O período é chegado agora, em que ou nós devemos mudar nossos sentiments, ou um ou ambos deve cair. E que é um tory? Deus Bom! Que é ele? Eu não devo estar receoso ir com os cem whigs de encontro a mil tories, era eles a tentar começar nos braços. Cada tory é um cobarde; para servile, o slavish, medo self-interested é a fundação de Toryism; e um homem sob tal influência, embora pode ser cruel, nunca pode ser bravo. Mas, antes da linha da separação irrecuperável seja extraído entre nós, deixe-nos raciocinar junto a matéria: Sua conduta é um invitation ao inimigo, contudo não um em mil de você tem o coração bastante para juntá-lo. Howe está iludido tanto quanto por você enquanto a causa americana é ferida por você. Espera que você todo o fará exame acima dos braços, e do rebanho a seu padrão, com os muskets em seus ombros. Suas opiniões são de nenhum uso a ele, a menos que você o suportar pessoalmente, para ' soldados dos tis, e não tories, que quer. I sentiram uma vez todo o que o tipo da raiva, que um homem ought sentir, de encontro aos princípios médios que são mantidos pelos tories: notável, que manteve um tavern em Amboy, estava estando em sua porta, com como consideravelmente uma criança em sua mão, em aproximadamente oito ou nove anos velho, como eu vi sempre, e após ter falado sua mente tão livremente como pensou era prudent, terminado com esta unfatherly expressão, "bom! dê-me a paz em meu dia." Não um homem vive no continente mas acredita inteiramente que uma separação deve alguma hora ou outra finalmente ocorrer, e um pai generoso deve ter dito, "se dever haver um problema, o deixou se realize em meu dia, que minha criança pode ter a paz;" e esta única reflexão, poço aplicado, é suficiente awaken cada homem ao dever. Não um lugar em cima da terra pôde ser assim feliz como América. Sua situação é remota de todo o mundo wrangling, e não tem nada fazer mas negociar com eles. Um homem pode distinguir-se entre a têmpera e o princípio, e eu sou como confiável, porque eu sou que o deus governa o mundo, que América nunca será feliz até que começa desobstruída do dominion extrangeiro. As guerras, sem cessar, quebrarão para fora até que esse período chega, e o continente deve na extremidade ser conqueror; para embora a flama da liberdade pode às vezes cessar de brilhar, o carvão pode nunca expirar. América não , nem não quer a força; mas quis uma aplicação apropriada dessa força. A sabedoria não é a compra de um dia, e não é nenhuma maravilha que nós devemos err no primeiro ajuste fora. De um excesso do tenderness, nós éramos unwilling levantar um exército, e confiávamos em nossa causa à defesa provisória de uma milícia do bem-well-meaning. A experiência de um verão tem-nos ensinado agora melhorar; contudo com aquelas tropas, quando foram coletados, nós podíamos ajustar limites ao progresso do inimigo, e, agradeça o deus! estão montando outra vez. Eu considerei sempre a milícia como as mais melhores tropas no mundo para um exertion repentino, mas não farão para uma campanha longa. Howe, é provável, fará uma tentativa nesta cidade [ Filadélfia ]; se falhar neste lado o Delaware, está arruinado. Se suceder, nossa causa não está arruinada. Estaca tudo em seu lado de encontro a uma parte em nossos; admitindo sucede, a conseqüência será, que os exércitos de ambas as extremidades do continente marcharão para ajudar a seus amigos sofrendo nos estados médios; para não pode ir em toda parte, ele é impossível. Eu considero Howe como o inimigo que o mais grande os tories têm; está trazendo uma guerra em seu país, que, a teve não sida para ele e em parte para se, eles tinha estado desobstruído de. Se for expelido agora, eu desejo com toda a devoção de um cristão, que os nomes do whig e do tory possam nunca mais ser mencionados; mas se os tories lhe derem o incentivo para vir, ou o auxílio se vier, I como sincerely o desejo que os braços do nosso ano seguinte podem o expelir do continente, e o congress apropriam suas possessões ao relevo daquelas que sofreram em bem-fazer. Uma única batalha bem sucedida ano seguinte estabelecirá o todo. América podia continuar uma guerra de dois anos pelo confiscation da propriedade de disaffected pessoas, e seja feita feliz por seu expulsion. Diga não que isto é vingança, a chame rather o resentment macio de um pessoa sofrendo, que, não tendo nenhum objeto na vista mas o bom de tudo, estacasse seus próprios todos em cima de um evento seemingly duvidoso. Contudo é folly a discutir de encontro a dureza determinada; o eloquence pode golpear a orelha, e a língua da tração do sorrow adiante o rasgo do compassion, mas nada pode alcançar o coração que é steeled com preconceito. Parando esta classe dos homens, eu giro com o ardor morno de um amigo para aqueles que estiveram nobre, e sou determinado ainda estar para fora a matéria: Eu chamo-me não em cima de alguns, mas em cima de tudo: não neste estado ou nesse estado, mas em cada estado: acima de e ajude-nos; coloque seus ombros à roda; melhor tenha demasiada força do que demasiado pouco, quando assim grande um objeto está na estaca. Deixe-a ser dito ao mundo futuro, aquele na profundidade de inverno, quando nada mas a esperança e o virtue poderiam sobreviver, que a cidade e o país, alarmada em um perigo comum, venha-o adiante encontrar-se com e repulsá-lo. Diga não que milhares estão idos, gire para fora de seus dez dos milhares; jogue não o burden do dia em cima do providence, mas "mostre sua fé por seus trabalhos," esse deus pode bless o. Importa não onde você vive, ou que Rank da vida você prende, o evil ou o blessing o alcançarão todo. Distante e os próximos, os condados home e a parte traseira, o rico e os pobres, sofrerão ou rejoice igualmente. O coração que sente não agora está inoperante; o sangue de suas crianças curse seu cowardice, que encolhe para trás em uma hora em que um pouco puder ter conservado o todo, e feito lhes felizes. Eu amo o homem que pode sorrir no problema, isso posso recolher a força da aflição, e cresço bravo pela reflexão. ' Tis o negócio das mentes pequenas a encolher; mas cujo o coração é firme, e cujo o conscience aprova sua conduta, perseguirá seus princípios até a morte. Minha própria linha do raciocínio myselfé- tão reto e desobstruído quanto um raio da luz. Não todos os tesouros do mundo, assim distante porque eu acredito, poderiam ter-me induzido suportar uma guerra ofensiva, porque eu penso d assassinato; mas se um ladrão quebrar em minha casa, queimar e destruir minha propriedade, e matanças ou ameaça matar me, ou aqueles que estão nela, e "ligam-me em todos os casos qualquer" a sua vontade do absolute, são mim para sofrê-la? O que mea significa, se que faz ele é um rei ou um homem comum; meu compatriota ou não meu compatriota; se esteja feito por um bandido individual, ou por um exército deles? Se nós raciocinarmos à raiz das coisas nós não encontraremos nenhuma diferença; nenhuns enlatam a causa justa sejam atribuídos porque nós devemos punir no um caso e pardon no outro. Deixe-os chamar-me rebel e bem-vindo, eu não sinto nenhum interesse dele; mas eu devo sofrer a miséria dos diabos, era I para fazer um whore de minha alma jurando o allegiance a um cujo o caráter é aquele de um sottish, stupid, stubborn, worthless, homem do brutish. Eu conceive do mesmo modo uma idéia horrid em receber a mercê ser, que no último dia shrieking às rochas e às montanhas para o cobrir, e em fujir com terror do orphan, da viúva, e do slain de América. Há os casos que não podem overdone pela língua, e esta é uma. Há as pessoas, demasiado, que vêem não a extensão cheia do evil que os ameaça; elas solace ele mesmo com esperanças que o inimigo, se suceder, será merciful. É a loucura do folly, para esperar a mercê daqueles que recusaram fazer a justiça; e mesmo a mercê, onde o conquest é o objeto, é somente um truque da guerra; o cunning da raposa é tão murderous quanto a violência do lobo, e nós ought guardar ingualmente de encontro a ambos. O primeiro objeto de Howe é, em parte por ameaças e em parte por promessas, de estarrecer ou seduzir os povos para entregar acima de seus braços e para receber a mercê. O ministry recomendou a mesma planta calibrar, e este é o que os tories se chamam fazer sua paz, "uma paz que passeth toda a compreensão" certamente! Uma paz que seja o precursor imediato de uma ruína mais má do que alguns nós temos contudo pensado de. Os homens de Ye de Pensilvânia, raciocinam em cima destas coisas! Eram os condados traseiros para dar acima seus braços, eles cairiam uma rapina fácil aos indians, que todos são armados: este talvez é o que alguns tories não seriam pesarosos para. Eram os condados home a entregar acima de seus braços, eles seriam expostos ao resentment dos condados traseiros que o teriam então em seu poder chastise seu defection no prazer. E era todo o um estado para dar acima seus braços, esse estado deve ser garrisoned pelo exército de todo o Howe de Britânicos e de hessians para preservá-lo da raiva do descanso. O medo mútuo é a ligação principal na corrente do amor mútuo, e o woe seja a esse estado que quebra o estojo compacto. Howe está convidando-o mercifully à destruição barbarous, e os homens devem ser rogues ou tolos que não a verão. Eu resido não em cima dos vapores da imaginação; Eu trago a razão a suas orelhas, e, na língua tão claramente quanto A, B, C, mantem levantada a verdade a seus olhos. Eu agradeço o deus, aquele medo de I não. Eu não v nenhuma causa real para o medo. Eu sei nossa situação bem, e posso ver a maneira fora dela. Quando nosso exército foi coletado, não risco ousado Howe uma batalha; e não lhe é nenhum crédito que decamped das planícies brancas, e esperou uma oportunidade média ao ravage os jerseys defenceless; mas é-nos o crédito grande, aquele, com um punhado dos homens, nós sustentou um recuo em ordem para perto de cem milhas, trazido fora de nossa munição, todas nossas partes do campo, a parte a mais grande de nossas lojas, e teve quatro rios a passar. Nenhuns podem dizer que nosso recuo era precipitate, porque nós estávamos perto de três semanas em executá-lo, que o país pôde ter o tempo para vir dentro. Duas vezes nós marchamos para trás para encontrar-se com o inimigo, e remanescemos para fora até que obscuridade. O sinal do medo não foi visto em nosso acampamento, e não teve alguma do cowardly e não disaffected habitantes espalhou alarmes falsos através do país, os jerseys tinha sido nunca ravaged. Uma vez que mais nós são coletadas outra vez e coletar; nosso exército novo em ambas as extremidades do continente está recrutando rapidamente, e nós poderemos abrir a campanha seguinte com os sessenta mil homens, poço armado e vestido. Esta é nossa situação, e quem a vontade pode o saber. Pelo perseverance e pelo fortitude nós temos o prospeto de uma edição glorious; pelo cowardice e pela submissão, a escolha sad de uma variedade dos evils - a ravaged o país - a depopulated a cidade - habitations sem segurança, e slavery sem esperança - nossos repousos girados em barracks e em bawdy-casas para hessians, e uma raça futura para fornecer para, de cujos pais nós duvidássemos. Olhe neste retrato e weep sobre ele! e se contudo remanescesse um wretch thoughtless que o acredita não, deixou-o sofre-o unlamented. Dezembro 23, 1776

    By Anonymous Thomas Paine, at terça-feira, junho 20, 2006 3:49:00 da manhã  

  • "achar que o aluno B é mais criativo e original que o aluno A"

    Os exames não servem para avaliar a criatividade. Perguntas que permitam respostas criativas vão ser corrigidas de forma subjectiva. O que me incorrecto e injusto pois a nota final vai depender dos humores de quem corrige.

    Não percebo o horror a decorar. É necessário e não acredito que alguém aborde um problema de cabeça "vazia" e esteja disposto a aprender de tudo novo.

    O que eu acho absolutamente espantoso na notícia são os alunos a explicarem que não leêm porque não têm tempo ! O dia deles não tem 24h como o meu ?

    E já que estamos em tom intimista, nunca na minha vida li um resumo de uma obra. Aliás os meus agradecimentos á minha professora da 2ª classe, à bliblioteca itenerante da Glubenkian por incentivarem o gosto pela leitura. E à professora de português do 12º que graças a ela, li a "Aparição" uma segunda vez com todo o gosto e acabei por ler mais alguns livros do Vergilio Ferreira.

    By Anonymous nelson gonçalves, at terça-feira, junho 20, 2006 10:24:00 da manhã  

  • O ensino é tão mau que até há quem pense que necessariamente as perguntas serão de decoranço. Isto é totalmente falso. É possível fazer perguntas inteligentes, que distingam quem compreende de quem apenas decorou. Mas para isso é necessário uma formalidadezinha: que quem faz os exames seja cientificamente competente na área em causa... Ora, no ministério da educação nacional a competência científica é algo mais raro do que a água num deserto. O problema da educação e da avaliação nacional são um e o mesmo: falta de competência científica dos seus agentes principais. E é esta verdade dura de que nunca se fala. Quem tem apenas uma compreensão deficiente e superficial de Os Maias, é óbvio que só vai fazer perguntas tontas, cuja resposta não exige mais do que decorar uns quantos resumos. Quem tem uma compreensão atarantada da física, pensa que é tudo uma questão de decorar umas quantas fórmulas e portanto ao fazer exames nada mais vai exigir. Num país assim, nem pegagajos nem antipedagajos têm razão, porque ambos se recusam a dar atenção ao verdadeiro problema: a falta gritante de qualidade da universidade portuguesa, que é de onde vêm, directa, ou indirectamente, todos os agentes do ensino. Mas como as universidades são sagradas...

    By Anonymous Desidério, at terça-feira, junho 20, 2006 12:41:00 da tarde  

  • Subscrevo as críticas de Desidério. Recordo-me de um (pseudo) professor de Filosofia que tive, que nos dava 5 minutos para decorar uma lista de noções, perguntando depois aos alunos para as regorgitarem. A primeira vez que ele fez isto, julguei que era um desafio encapotado, mas não. Era mesmo aquilo que ele queria. Fiquei branco, impávido, sem olhar para o papel onde estava a lista proposta. Os alunos (sobretudo as alunas, a quem ele mandava bocas que deixariam o Herman num pedestal) decoravam cheios de entusiasmo, pelo lado "competitivo" da coisa. Eu olhei para ele, e, olhos nos olhos, sem evitar a natural adrenalina à mistura, perguntei se ele achava que Filosofia era aquilo que ele se propunha fazer. Tivemos uma discussão acesa, com o resto da turma calada. Acabou por me perguntar "E o que é que tu achas que é Filosofia?", e lá continuamos a falar. Isto no 11º ano. A partir daí as coisas mudaram bastante, e a minha turma passou a ser a turma onde ele não podia mandar piadas (40% da aula), nem dizer asneiras (entremeadas nas piadas), nem mandar bocas às alunas, nem apostar muito no "decoranço".

    Isto é apenas um exemplo, acredito que muito extremo, porque pior me parece difícil. A mentalidade do decoranço - e claro que a memória é "uma das" faculdades importantes, que é preciso exercitar -, sem reflexão crítica é uma tragédia, que só pode levar à eternização do estado das coisas, onde as competências científicas de quem ensina deixam muito a desejar. Quando isso se passa em "Filosofia" ou em "Matemática", a coisa torna-se impossível de aguentar.

    Não é impossível fazer perguntas inteligentes sobre os Maias, onde se note quem de facto entendeu (e leu) o livro e quem apenas leu os resumos, com a descrição das personagens. Mas isso, como diz DEsidério, requer uma capacidade - e uma vontade - que parece não existir.

    Tiago Mendes

    By Anonymous Anónimo, at terça-feira, junho 20, 2006 1:18:00 da tarde  

  • Caro Desidério,

    Fico muito contente por frequentares o nosso modesto blogue.

    1. É possível fazer perguntas inteligentes sobre Os Maias como sobre tudo. Do que me tenho apercebido é que não há da parte das duas correntes educativas que, por hoje, estão em moda em Portugal (o eduquês e o contra-eduquês) grande preocupação com o que se ensina. A exigência de mais exames nacionais, de mais avaliação, de mais rankings por não leva a nada se não se responder à questão sobre o que deve ser ensinado. Enfim, interessa saber que tipo de alunos queremos...

    2.Posto doutra forma, acho que os dois discursos são igualmente salazarentos. Tanto aquele que que defende os testes com cruzinhas no 9º ano e na disciplina de português, como aquele que defende a leitura obrigatória de uma lista infindável de autores mais ou menos obscuros. E acho que o nosso ensino é um cruzamento das duas tendências igualmente salazarentas e não tanto como se apregoa resultado exclusivo do "eduquês". O eduquês, por si só, não explica programas megalómanos.

    3. Quantidade não é qualidade. Em português, tive de ler (e continua a ser assim) dezenas e dezenas de autores. Em alemão, na escola alemã, passava um ano inteiro a estudar duas obras e só essas duas. Aprendi, obviamente, muito mais em alemão, porque os alunos tinham tempo para digerir os livros, interpretá-los criticamente e serem capazes de responder a questões inteligentes sobre os mesmos ou sobre obras que não constavam no programa. Aprendiam a ler literatura. Ensinar a ler obras literárias é isso.
    Em literatura portuguesa, aprende-se de cor: decora-se as figuras de estilo, decora-se as épocas e os autores, bem como as características das correntes literárias. Mas não se trabalha o livro, porque o professor tem duas semanas para dar cada obra. E se não der o programa todo, os alunos queixam-se de que não terem boas notas nos exames e os pais idem aspas...

    Continuo a dizer: a grande questão é saber que tipo de ensino e que tipo de alunos queremos.

    Um abraço, Zé

    By Blogger JB, at terça-feira, junho 20, 2006 2:03:00 da tarde  

  • Correcção:

    "...queixam-se de não terem boas notas...".

    By Blogger JB, at terça-feira, junho 20, 2006 2:08:00 da tarde  

  • Caro Tiago,

    Tu tiveste essa experiência no secundário, eu tive a mesma experiência na faculdade. Depois desisti do curso e fui para direito.

    O ensino de filosofia era (e, muitas vezes, ainda é) particularmente mau, mas está melhorar, porque o Desidério e outros estão a fazer bom trabalho na área. Suponho que em outras áreas as deficiências sejam as mesmas, visto que os alunos das faculdades que conheço continuam a utilizar o mesmo sistema de decorar a matéria e a preferir os apontamentos das aulas aos livros.

    O que me interessava referir é que o discurso de maior exigência do JMF e de tantos outros é especialmente funesto (não é trocadilho), porque ao insistirem na memorização estão a contribuir para a manutenção do sistema de ensino tal como está. Fazem o mesmo ao defender exames nacionais, em que, pelo facto de haver uma ideia de tratar todos por igual, se opta por uma avaliação quantitativa que despreza critérios qualitativos e que promove, como tal, o "decoranço" e a falta de espírito crítico.

    Claro que quando se faz uma pergunta num exame sobre Os Maias e se tem uma sugestão de resposta na grelha de correcção, os professores serão tentados a desvalorizar tudo o que se afaste da resposta "certa" da grelha. O que, mais uma vez, promove o "decoranço" e vai contra tudo o que a interpretação e a crítica literária são. O Oscar Wilde explica isto bem na decadência da mentira e outros ensaios.

    A solução passa por uma mudança de paradigma em todo o sistema educativo, desde o pré-escolar até ao ensino universitário. A memorização é necessária (especialmente na primária), os exames são importantes, mas apenas se o ensino for de qualidade e promover o espírito crítico. E, para tal, tem de se confiar também que os professores são capazes de, nos exames, avaliar segundo critérios qualitativos, que tenham em conta a inteligência e criatividade dos argumentos dos alunos. O que é impossível quando há sugestões de correcção oficiais ou semi-oficiais.
    Doutro modo, a tragédia continua, embora os pedagogos-falcões fiquem todos contentes.

    Um abraço, Zé

    By Blogger JB, at terça-feira, junho 20, 2006 2:28:00 da tarde  

  • Não percebo o horror a decorar. É necessário e não acredito que alguém aborde um problema de cabeça "vazia" e esteja disposto a aprender de tudo novo. - Nélson Gonçalves.

    Não está em causa a importância da memorização. No ensino primário, a memorização é essencial. É a única forma dos alunos conhecerem o mundo. Aliás, a tendência de querer saber mais existe nas crianças. Quantas delas não decoram as capitais ou os rios ou reis de Portugal por iniciativa própria? Um pouco como o Funes da história do Borges.

    O problema é que isto não chega e se continuar assim resulta na formação (ou deformação) de adultos com capacidade de raciocínio muito limitada. E a verdade é que o ensino actual só ensina isto. Tanto que os alunos da faculdade também decoram os apontamentos das aulas e só raras vezes lêem a bibliografia recomendada pelo professor. É todo um sistema que assenta na facilidade de decorar para despejar. É fácil para o professor que corrige com a grelha e é fácil para o aluno que é dispensado de pensar pela sua cabeça.

    Agora coloque um dos bons alunos do tipo do Funes a resolver um problema matemático no quadro ou a interpretar um poema que nunca tenha lido ou ainda a responder a um argumento de um filósofo de que nunca ouviu falar. Os resultados são, frequentes vezes, pobres. E, no entanto, há alunos que saem do secundário com média de 18 e 19 valores sem serem capazes de fazer uma sequer daquelas tarefas. Dito isto,também há aqueles que são, de facto, fantásticos. Mas esses são auto-didactas.

    Um abraço,

    By Blogger JB, at terça-feira, junho 20, 2006 2:39:00 da tarde  

  • Concordo com quase tudo o que o JB diz. Mas vamos por partes.

    É um absurdo o conhecimento do tipo ‘copy. A memorização é importante, claro; o pior é quando a capacidade de ‘chapar’ definições e conceitos se converte em parâmetro único de avaliação. Incentiva os medíocres – ao premiar o aluno que decora o conceito «x» sem lhe perceber o significado e sem lhe conhecer a abrangência – e penaliza os melhores – ao não valorizar o tempo que estes gastaram na aquisição de verdadeiros conhecimentos (que acabam por não ser cotados em avaliação).

    No Secundário este é um problema sério; no Ensino Superior ganha contornos ainda mais graves – em primeiro lugar porque a desculpa do ‘programa excessivo’ já não faz tanto sentido (uma vez que é, em parte, determinado pelo professor e pela própria Academia) e, em segundo, porque as Universidades deviam ser um espaço de exigência e promoção do verdadeiro conhecimento.
    Um exemplo: no meu curso existe a (já lendária) cadeira de Semiótica. Os conteúdos são exigentes e a forma como são expostos torna-os completamente herméticos. As obras recomendadas – de autores como Foucault, Derrida, Chomsky – são difíceis; são poucos os que as lêem e menos ainda os que as compreendem. Como se resolve o imbróglio? Simples: o professor distribui um conjunto de folhas com as ideias principais, os alunos decoram e ‘espetam’ as respostas em regime de copy-paste puro. Dizem que a linguagem em Chomsky é feita de estruturas profundas e superficiais – sem saber ao que se reportam essas estruturas – e falam do discurso vigiado de Foucault sem saber o que se entende por vigilância (e, até, por discurso). Ficam a saber o mesmo mas saem felizes da vida, com uma nota que não reflecte qualquer tipo de capacitação adicional que a frequência da cadeira lhes tenha conferido. Há como que um acordo tácito: o professor admite que os conteúdos são demasiado ‘puxados’ para grande parte dos alunos (muitos dos quais chegam ao Ensino Superior sem alguns mais elementares conhecimentos) e baixa o nível; e os alunos aceitam que a fasquia baixe e jogam em regime de esforço mínimo.

    Posto isto (e concordando eu com a necessidade de revisão dos processos de ensino e, sobretudo, de avaliação), deixo a pergunta ao JB: como se avalia objectivamente uma resposta que foge ao estabelecido – ou seja, uma resposta criativa? Falo, por exemplo, do caso dos Exames Nacionais. O actual sistema, concordo, é péssimo. Mas de que maneira se pode assegurar que um mau professor não fará maus julgamentos (especialmente em disciplinas como o Português ou a Filosofia)? Como garantir a validação ‘científica’ do corrector que passa, a partir desse momento, a ter um poder muito maior sobre o aluno?
    Não estou a dar uma resposta – estou a levantar um problema.

    Um abraço

    By Anonymous Anónimo, at quinta-feira, junho 22, 2006 2:56:00 da tarde  

  • Caro JB,

    Leio as suas posições sobre as várias medidas da ministra da Educação e apenas encontro oposição à questão da avaliação externa. Isso e uma preocupação, com a qual concordo com outros problemas na Educação que não estão a ser combatidos. Por as prioridades da ministra não serem as mesmas que as suas ou que as minhas, isto não invalida que a ministra esteja a tomar medidas positivas e, sim, corajosas.

    Pode argumentar que as medidas têm como efeito negativo o conflito com os professores e a sua retaliação com a diminuição da qualidade de serviço prestado pelos mesmos. Mas este é o problema do corporativismo. A corporação tem a arma de controlar o nível de serviço da sua área de actividade e o Estado deve impedir este poder, que vai contra o interesse dos restantes indivíduos. No caso da educação, quem paga aos Profs. são os contribuintes, a forma de controlar a coporação é via remuneração e progressão. A ministra está a diminuir o poder da corporação e, pelo que entendo, isto está dentro da linha seguinda pela generalidade dos Ministros. Pode não garantir no curto prazo a melhoria da Educação, concordo consigo, mas liberta o estado para a tomada de medidas no futuro, que não estão a ser excluídas.

    Não pode argumentar que as medidas propostas previlegiam os funes ou os Borges. Quanto muito não alteram a situação a esse nível.

    Abraço,

    Ricardo Francisco

    By Blogger Ricardo, at sexta-feira, junho 23, 2006 4:01:00 da tarde  

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